Amarolinda Zanela Klein (Mestrado e Doutorado em Administração de Empresas - FGV/EAESP / FGV/EAESP - Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo)
Guilherme Costa Wiedenhoft (PPGa - ICEAC / FURG)
Cristiane Drebes Pedron (Programa de Pós-Graduação em Administração - PPGA / UNINOVE - Universidade Nove de Julho) - (Prog de Pós-Grad em Gestão de Projetos/PPGP / UNINOVE - Universidade Nove de Julho)
Carla Bonato Marcolin (Programa de Pós-Graduação em Administração - PPGAdm / UFU - Universidade Federal de Uberlândia) - (PPGCONT / UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
Mauri Leodir Lobler: (Programa de Pós-Graduação em Administração e Ciências Contábeis – PPGACC / UFSM - Universidade Federal de Santa Maria) - (Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas - PPGOP / UFSM - Universidade Federal de Santa Maria)
Taciana de Barros Jeronimo: (Prog de Mestr Prof em Gestão Pública e Desenvolvimento do Nordeste - MGP/CCSA / UFPE - Universidade Federal de Pernambuco)
Como e porque decidimos de determinada forma? Como conseguimos determinar a melhor opção? Como escolhemos um elemento em detrimento a outro? Como nosso cérebro processa informações para a decisão? O tema processo decisório tem o objetivo de elencar os estudos sobre os constructos teóricos que englobam e embasam a decisão. Desde fatores humanos que influenciam a decisão até modelos matemáticos. São aceitos trabalhos que enfocam a detecção de sinais e a memória, as heurísticas e os vieses cognitivos, o aprendizado individual e coletivo, a forma como processamos as informações, a construção cognitiva das escolhas a nível mental. Estudo de como os indivíduos e grupos tomam decisões sob pressão, em contextos de risco e conflito, e como esses fatores impactam nas decisões. Enfoca também discussões baseadas em métodos quantitativos, como análise de decisão, modelos de otimização e simulação e o uso de algoritmos comportamentais refinados, bem como, avanços no aprendizado de máquina para resolver problemas mais complexos, com decisões mais objetivas, éticas e justas.
Este tema abrange (mas não se limita a) os seguintes tópicos:
José Carlos da Silva Freitas Junior: (Programa de Pós-Graduação em Gestão e Negócios - PPGN / UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos)
Luis Hernan Contreras Pinochet: (Prog de Pós-Grad em Admin/Faculdade de Economia, Admin e Contab – PPGA/FEA / USP - Universidade de São Paulo)
A transformação digital e a inovação estão profundamente interligadas no cenário dos negócios, no qual a evolução tecnológica exige que as empresas repensem suas estratégias para manter a competitividade. A inovação tornou-se imperativa na medida em que as organizações acompanham mudanças impulsionadas pela digitalização. Este processo não envolve apenas a adoção de novas tecnologias, mas uma reestruturação dos processos, capacitação interna e práticas de gestão, criando oportunidades de crescimento. Inovar no contexto da transformação digital significa antecipar tendências e reconfigurar setores inteiros. Empresas proativas otimizam operações e geram valor de formas inovadoras, explorando novos modelos organizacionais e aprimorando o relacionamento com stakeholders. A transformação digital, associada à inovação, torna-se uma vantagem competitiva, permitindo que as organizações evoluam em mercados dinâmicos. Novos modelos de negócio utilizam tecnologias digitais para obter vantagem competitiva, e as empresas precisam investir em tecnologias e desenvolver capacidades digitais. Portanto, o objetivo deste tema é conceituar, teorizar e apresentar evidências práticas de transformação digital, impulsionada pela inovação, e também o contrário, ou seja, como as tecnologias contribuem para a inovação nas organizações. São aceitos artigos teóricos e empíricos relacionados ao tema.
Este tema abrange (mas não se limita a) os seguintes tópicos:
Ariel Behr: (Prog de Pós-Grad em Admin/Esc de Admin – PPGA/EA / UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul) - (Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade / UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
Kathiane Benedetti Corso: (Programa de Pós-Graduação em Administração/PPGA / UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa) - (Mestrado Profissional em Adm. Pública - PROFIAP / UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa)
Eduardo Henrique Diniz: (Mestrado e Doutorado em Administração de Empresas - FGV/EAESP / FGV/EAESP - Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo) - (Instituto COPPEAD de Admin – COPPEAD / UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro)
O objetivo deste tema está em explorar a relação entre os elementos sociais e técnicos que se apesentam na área de Sistemas de Informação. Nesse sentido, o foco da agenda de pesquisa direciona-se para compreender o papel da tecnologia digital e da informação na constituição da vida na sociedade e, em especial, nas organizações. Busca-se, assim, contribuir com discussões contemporâneas das origens e efeitos vistos na sociedade e nas organizações quando diferentes sistemas e tecnologias de informação são incluídos em suas práticas. Os grandes eixos temáticos podem ser reconhecidos nas Abordagens Relacionais em SI, Trabalho Digital, SI na sociedade, e Educação e SI. O uso ou análise de abordagens teóricas relacionais (Sociotécnica, Ator-Rede, Sociomaterialidade, etc.) são bem-vindas, bem como outras com olhar individual e social sobre SI. São aceitos trabalhos com diferentes abordagens metodológicas, sejam qualitativas, quantitativas ou mistas.
Este tema abrange (mas não se limita a) os seguintes tópicos:
Marcirio Silveira Chaves: (NA / NA) - (NA / NA)
RENATO PENHA: (Prog de Pós-Grad em Gestão de Projetos/PPGP / UNINOVE - Universidade Nove de Julho)
A adoção e implementação de Tecnologias e Sistemas de Informação é um tema fundamental em nossa área. A gestão de projetos (GP) é essencial para isso, mas muitas organizações enfrentam altas taxas de insucesso, seja em relação a prazos, custos ou qualidade. Nesse contexto, tecnologias emergentes estão transformando a dinâmica das equipes, trazendo novas abordagens de gestão, como metodologias ágeis, tecnologias da indústria 4.0 e sistemas descentralizados. A adoção de práticas ágeis provoca mudanças significativas, exigindo adequação rápida das organizações ao mercado. Pesquisas sobre frameworks ágeis, como Scrum, Kanban e DevOps, além de métricas ágeis, como Velocity e Lead Time, são necessárias para melhorar o controle e o desempenho de projetos ágeis e híbridos. Esse cenário convida à pesquisa científica sobre a GP na adoção e implementação de TI/SI, incentivando estudos com abordagens qualitativas, quantitativas, mistas e de Design Science Research. O gerenciamento ágil de projetos, que enfatiza integração incremental e colaboração, e o gerenciamento híbrido, que une gestão de negócios e TI, são tendências que buscam otimizar os processos e resultados organizacionais.
O tema contempla os seguintes tópicos, mas não se limita a eles:
Anatália Saraiva Martins Ramos: (Programa de Pós-Graduação em Administração – PPGA / UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte)
Cesar Alexandre de Souza: (Prog de Pós-Grad em Admin/Faculdade de Economia, Admin e Contab – PPGA/FEA / USP - Universidade de São Paulo)
Luiz Pereira Pinheiro Junior: (Programa de Pós-Graduação em Administração - PPGA / UP - Universidade Positivo)
A rápida ascensão da Inteligência Artificial (IA), exemplificada por ferramentas como modelos conversacionais de linguagem pré-treinados para compreensão e geração de conteúdos em aplicações diversas (LLMs), tem desafiado e modificado uma ampla gama de atividades na Administração. Este tema propõe discutir os impactos dessa tecnologia emergente em múltiplas dimensões, desde a pesquisa acadêmica até suas implicações para o mercado de trabalho, políticas públicas e o desenvolvimento de novas competências com a IA. Essa tecnologia está redefinindo processos em setores como serviços, comércio e industrias, promovendo tanto avanços quanto controvérsias éticas e práticas. O impacto de ferramentas de IA baseadas em grandes modelos de linguagem na pesquisa acadêmica também tem sido um ponto de debate, ressaltando a necessidade de uma abordagem crítica sobre o uso dessas tecnologias para garantir qualidade e integridade na produção científica. Isso inclui o uso de IA para automação de tarefas, especialmente em setores como varejo, marketing, educação, finanças e saúde, entre outros, levantando questões sobre a transformação de empregos e habilidades necessárias. Com essa abordagem multidisciplinar, o tema proporciona um fórum para discutir sobre sua aplicação atual e o futuro da IA.
O tema contempla os seguintes tópicos, mas não se limita a eles:
Raquel Janissek-Muniz: (Prog de Pós-Grad em Admin/Esc de Admin – PPGA/EA / UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul) - (CEPA.UFRGS / IEA Future Lab)
Eduardo de Rezende Francisco: (Mestrado Profissional em Gestão e Políticas Públicas - MPGPP - FGV/EAESP / FGV/EAESP - Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo) - (Mestrado Profissional em Gestão para a Competitividade - MPGC - FGV/EAESP / FGV/EAESP - Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo)
Mateus Panizzon: (Mestr e Dout em Admin / UCS - Universidade de Caxias do Sul) - (Prog de Pós-Grad em Admin/Esc de Admin – PPGA/EA / UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
A capacidade de antecipação é essencial no turbulento século XXI. Através do monitoramento estratégico do ambiente, a função Inteligência potencializa percepção, interpretação e conversão de sinais de mudanças em insights, alimentando planejamento e decisão estratégica. A inteligência estratégica antecipativa (foresight) é uma abordagem organizacional essencial, envolvendo pessoas, processos e tecnologias que, combinados, alavancam a competitividade e colaboração, orientando decisões que moldam o futuro. Na evolução do campo da Inteligência Estratégica, destacamos a Inteligência Artificial (IA), preditiva ou generativa, que amplifica capacidades de gestores na sumarização, análise e interpretação de dados de grande aderência, dada sua possibilidade de representar, não apenas na forma, mas especialmente no conteúdo, o interlocutor. Ferramentas de NLP já permitem a análise, condensação e geração de textos complexos, enquanto técnicas de Machine Learning e Deep Learning detectam padrões e outliers em um mundo saturado de big data. A integração dessas abordagens representa uma nova fronteira para a pesquisa em Inteligência, conectando a interação, cognição e agência humano-máquina em todas as etapas. Este tema convida à pesquisas inovadoras que mesclam as várias formas de inteligência — estratégica, antecipativa, competitiva, de mercado, coletiva — com novas abordagens tecnológicas (Big Data Analytics, Data Science e IA), em seus contextos. Vamos discutir como a fusão entre pessoas, processos e tecnologia revolucionam a maneira como as organizações usam dados, e como essas ferramentas e processos analíticos podem ampliar a visão estratégica e fornecer respostas mais eficazes em um ambiente global, em rede, e repleto de desafios.
O tema contempla os seguintes tópicos, mas não se limita a eles:
Ernani Marques dos Santos: (Núcleo de Pós-Grad em Admin – NPGA / UFBA - Universidade Federal da Bahia)
Violeta Sun: (Sistemas de Informação / USP - Universidade de São Paulo)
Marcelo Henrique de Araujo: (Bacharelado em Ciências Contábeis / USP - Universidade de São Paulo) - (Bacharelado em Ciências Contábeis / USP - Universidade de São Paulo)
O uso das tecnologias e sistemas de informação (TI/SI) tem impactos profundos na sociedade e na gestão pública, transformando a forma como os serviços são prestados e a governança é realizada. Esses sistemas são essenciais para melhorar a participação democrática, promover a transparência na administração pública e facilitar o acesso do cidadão aos serviços. A transformação digital no setor público representa uma evolução contínua que visa aumentar a eficiência, transparência e a interatividade entre o governo e a sociedade. Na gestão pública, TI/SI são usados como ferramentas de modernização e eficiência, com repercussões diretas nas políticas públicas. A participação eletrônica e as mídias sociais estão cada vez mais presentes na atuação cidadã, possibilitando novos canais de comunicação entre a sociedade e o governo. Além disso, o governo e a governança digital transformam a qualidade dos serviços públicos para otimizar a gestão urbana. Do ponto de vista social, o uso de TI/SI pelo governo traz à tona questões de inclusão digital, onde o acesso equitativo é essencial para evitar a ampliação de desigualdades. O tema visa analisar e discutir como se dá adoção e uso de TI/SI nas organizações públicas e suas implicações e impactos na sociedade.
Este tema abrange (mas não se limita a) os seguintes tópicos:
Alisson Eduardo Maehler: (PROFIAP / UFPel) - (nenhum / Nenhum)
Clarissa Carneiro Mussi: (Prog de Pós-Grad em Admin/Curso de Mestr em Admin – PPGA/CMA / UNISUL - Universidade do Sul de Santa Catarina)
Mirian Oliveira: (Programa de Pós-graduação em Administração – PPGAd / PUCRS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) - (ISEG / Universidade de Lisboa - Portugal)
O conhecimento é um ativo intangível fundamental para a vantagem competitiva sustentável, o que torna relevante a sua gestão. A gestão do conhecimento (GC) envolve processos de criação, aquisição, armazenamento, compartilhamento, proteção e aplicação do conhecimento, visando atender aos objetivos organizacionais. Embora a tecnologia da informação facilite esses processos, ela também pode aumentar os riscos de perda de vantagem competitiva, exigindo que as organizações equilibrem o compartilhamento e a proteção do conhecimento. Com o avanço da inteligência artificial generativa, surgem novas oportunidades e desafios na GC. Vários são os antecedentes que podem potencializar a GC na organização como, por exemplo o capital social, assim como mediar a relação dos seus processos com a inovação ou o desempenho organizacional como, por exemplo a capacidade absortiva. Este tema abrange a análise de recursos e capacidades ligadas ao conhecimento em diferentes níveis: individual, de equipe, organizacional e interorganizacional.
Os tópicos abordados incluem, mas não se limitam aos seguintes:
Taiane Ritta Coelho: (Programa de Pós-graduação em Gestão da Informação - PPGGI / UFPR - Universidade Federal do Paraná)
Maria Alexandra Viegas Cortez da Cunha: (Mestrado e Doutorado em Administração de Empresas - FGV/EAESP / FGV/EAESP - Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo) - (Mestrado e Doutorado em Administração Pública e Governo - FGV/EAESP / FGV/EAESP - Fundação Getulio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo)
Daielly Melina Nassif Mantovani: (Mestr Prof em Empreendedorismo - MPE/FEA / USP - Universidade de São Paulo) - (Prog de Pós-Grad em Admin/Faculdade de Economia, Admin e Contab – PPGA/FEA / USP - Universidade de São Paulo)
Nas últimas décadas, acadêmicos, o setor privado e instituições internacionais exploraram o potencial da implementação de tecnologias digitais em espaços urbanos para oferecer serviços, melhorar a economia e tornar as cidades um lugar melhor para viver. Além disso, estamos testemunhando o surgimento de uma nova era de transformação, na qual o nível de conexão entre os moradores e o ambiente ao seu redor aumenta devido ao uso de tecnologias digitais. Essas mudanças trazem uma maior probabilidade de aprimorar o bem-estar e a prosperidade da sociedade. Contudo, há desafios que precisam ser superados para colocar as pessoas no centro do desenvolvimento das cidades inteligentes, priorizando a humanidade, a inclusão e a sustentabilidade, para que ninguém fique para trás na transformação digital. O tema proposto tem como objetivo explorar como a sociedade gerencia e enfrenta tais desafios urbanos em busca de soluções inovadoras que possibilitem uma melhoria na qualidade de vida das pessoas e ao mesmo tempo criando mecanismos para a sustentabilidade dos espaços, das comunidades e das cidades inteligentes. Este tema também inclui pesquisas relacionadas a governança inteligente, tecnologias para cidades resilientes, engajamento do cidadão, infraestruturas digitais e sistemas de inovação local, co-criação e coprodução cidadã.
Este tema abrange (mas não se limita a) os seguintes tópicos:
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